Blonde ambition: três dicas para clarear os cabelos sem sair de casa

Com a chegada da temporada de calor, cresce a vontade de clarear os cabelos e desfilar por aí no melhor estilo beach girl. A boa notícia é que não é mais necessário visitar o salão frequentemente e desembolsar uma grana para obter o visual. Sim, o mercado já disponibiliza produtos especiais, que clareiam os fios com eficiência e segurança – tudo isso sem sair de casa!

Loiras dominam o backstage da grife Erdem / Foto: Imaxtree
SE VOCÊ TEM CABELOS NATURALMENTE CLAROS E FINOS…
Quem tem os fios finos e naturalmente claros (como eu!), em tons de castanho-claro, mel e dourado, pode recorrer a sprays clareadores, como o Go Blonder da John Frieda (R$ 46).
Foto: Divulgação
O processo não danifica o cabelo como um descolorante tradicional e o resultado é gradual. Ou seja, dá pra controlar bem o nível de “loirice” e não se arrepender depois. Após usar o produto como um leave-in sobre os fios úmidos, seque com um secador no modo quente ou vá para o sol.
SE VOCÊ TEM FIOS CASTANHOS E ENCORPADOS…
O hairstylist Evandro Angelo ensina um jeito prático e seguro para utilizar a mistura descolorante em casa. “Após misturar o pó e a água oxigenada, use um pente fino e desfie a ponta de algumas mechas com cerca de três dedos de largura. Aplique a mistura apenas nos fios que restarem no meio delas”, diz. Faça a aplicação nos cabelos secos e hidrate bem na sequência.
SE VOCÊ TEM CABELOS ESCUROS…
Sem problemas! Para adotar o visual da moda, chega ao Brasil o ImédiaExcellence Californianas da L’Oréal Paris (R$ 25).
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Foto: Divulgação
Com quatro nuances diferentes – há opções para cabelos castanhos a pretos –, o  mais bacana é que o kit traz uma escova especial para a aplicação, que distribui a mistura uniformemente, proporcionando um degradê luminoso e sem marcas.
Foto: Imaxtree
O segredo é depositar o cosmético entre os dentes do acessório, até cobri-los totalmente, e aplicar diretamente sobre os fios, mecha a mecha.
O kit completo e a escova expert / Foto: Gabriella Cartaxo
“Para deixar o resultado supernatural, posicione a escova na vertical e faça mechas com diferentes tamanhos, à partir da orelha”, diz o expert Marcos Proença, cabeleireiro de São Paulo. Deixe agir de 25 a 45 minutos, de acordo com o clareamento desejado.

E aí, pronta para arriscar as técnicas em casa?

Mitos e Verdades da dieta 'Desintoxicante'

Dieta que 'limpa' o corpo precisa ser acompanhada por um especialista.

Isso porque a restrição de alguns alimentos pode oferecer riscos à saúde.


Você já ouviu falar da dieta ‘detox’ ou ‘desintoxicante’? Ela anda ganhando adeptos e fazendo cada vez mais sucesso no Brasil porque promete “limpar” o organismo e tirar alguns nutrientes que possam estar fazendo algum mal.
Vale lembrar, porém, que não há uma dieta específica e, por isso, a recomendação é procurar um especialista caso queira "desintoxicar" o corpo, para que ele recomende um cardápio adequado, como alertou a nutricionista Rosana Raele no Bem Estar desta quinta-feira (15).
De qualquer maneira, a especialista acredita que a dieta detox pode ser um começo e um incentivo para quem precisa mudar os hábitos alimentares já que geralmente restringe alguns alimentos, como os que têm lactose, glúten, gordura, açúcar e cafeína, por exemplo - como fez o advogado Renato Sampaio, mostrado na reportagem do Phelipe Siani (veja no vídeo abaixo). Por pouco tempo, essas restrições não chegam a fazer mal, mas se permanecerem por um longo período, podem oferecer perigo ao organismo, que sentirá falta de certas substâncias.
O hepatologista Mario Kondo lembrou ainda que uma dieta muito restrita pode prejudicar também o fígado, responsável por eliminar as toxinas do corpo.
Além das restrições, excessos na alimentação e também bebida alcoólica, alimentos muito calóricos, açúcares de absorção rápida (refrigerantes e doces, por exemplo) e gordura saturada são igualmente prejudiciais porque se transformam em gordura, que se deposita no fígado, causando o que os médicos chamam de esteatose hepática.
Bem Estar - Infográfico dieta detox (Foto: Arte/G1)

FABEC - Pós Graduação, na área educacional

Bom dia estaremos iniciando mais uma Pós Graduação, na área educacional dia 24 e na área do direito dia 31.
Para quem já é aluno da Fabec a matricula sai pela metade do preço e aproveita o 1º encontro.
Matriculas abertas e vagas limitadas.
Vamos estudar gente...


Barça exibe novo uniforme e homenageia a o futuro novo pais Catalunha




O Barcelona exibiu nesta terça-feira os seus dois principais uniformes para a próxima temporada do futebol europeu e a principal novidade foi a camisa número 2, agora com listras verticais em amarelo e vermelho, em uma homenagem à Catalunha, futuro novo país, cuja bandeira possui as mesmas cores.
Já o uniforme principal trouxe gola em V em amarelo e apostou no seu visual clássico, com tom mais escuro das cores azul e grená na camisa verticalmente listrada. Já a manga adotou um degradê, adotado também na criticada camisa número 2 usada nesta temporada, esta última de gosto duvidoso misturando amarelo e laranja.
Na foto que publicou em seu site oficial, o Barcelona exibiu Thiago Alcântara, Piqué e Xavi usando a camisa principal de jogo, enquanto Messi, Iniesta e Puyol posaram com o uniforme listrado em amarelo e vermelho.
O Barcelona apresentou a sua nova camisa antes de disputar as suas últimas três partidas desta temporada. Campeão nacional por antecipação, o time enfrentará o Espanyol no próximo domingo, pela penúltima rodada deste Campeonato Espanhol, e depois voltará a pegar o rival no próximo dia 29, na final da Copa Catalunha, antes de fechar a sua participação no maior torneio do seu país diante do Málaga, em 1.º de junho. 

Detalhe da lateral da camisa



Se a Catalunha virar um país, o que acontece no futebol?


Os torcedores aproveitaram a visibilidade do clássico (transmitido ao vivo para 40 países) para fazer uma manifestação em favor da independência da região da Catalunha, que abriga a cidade de Barcelona. Antes de começar o jogo, 98 mil torcedores ergueram cartolinas amarelas e vermelhas, formando a bandeira catalã. Aos 17 minutos e 14 segundos de jogo, os catalães agitaram suas bandeiras e, em uníssono, gritaram: “Independência!”.
Mosaico da bandeira catalã
A hora marcada para a manifestação é uma referência ao ano em que a nação catalã foi anexada à Espanha (1714). A Catalunha foi obrigada a se render às tropas de Felipe V durante a Guerra de Sucessão Espanhola, que valia o trono do país. A Catalunha perdeu sua chefia de Estado, passando a fazer parte da Espanha, situação que se estende até a atualidade.
A rivalidade esportiva entre Barcelona e Real Madrid está diretamente ligada à questão política. O FC Barcelona foi fundado no dia 29 de novembro de 1899. Nos primeiros anos de 1900, a equipe já era considerada o melhor time de futebol da região da Catalunha. Com a ascensão do ditador Franco ao poder, em 1939, o time foi obrigado a mudar de nome e remover a bandeira catalã de seu escudo. O Futbol Club Barcelona passou a se chamar Club de Fútbol Barcelona, como manda a língua espanhola. Josep Garriga, presidente do time na época, foi assassinado por soldados de Franco em Guadalajara. Foi nesse período que a rivalidade com o Real Madrid começou. Cada time representava uma cidade, uma postura política e uma raiz cultural. O Barcelona representava a região que queria se separar da Espanha; o Real Madrid representava Castela, antigo reino incorporado ao país, e apoiava a unidade da Espanha.
Muito se fala sobre os efeitos na política e na economia mundial em caso da emancipação da Catalunha. A região é a mais economicamente ativa do país, mas, ao mesmo tempo, a que acumula a maior dívida. Por enquanto, tudo são conjecturas. Mas, como começamos o post falando sobre o jogo de ontem, fica uma pergunta: se a Catalunha virar um país, , o que aconteceria com o futebol? Dá para fazermos alguns exercícios de possibilidades:
1. A mais imediata consequência futebolística seria o fim do grande clássico Real x Barça na Liga Espanhola. Como o Barcelona seria um time do país Catalunha, ele não poderia participar do torneio. O Barcelona teria que disputar um nada competitivo Campeonato Catalão. Há 11 times na região. O problema é que a qualidade técnica de equipes como o Girona Futbol Club e o Terrassa FC não chega aos craques das chuteiras de Messi e cia., o que deixaria o campeonato não muito emocionante e bastante previsível.
2. E as seleções? O time da Espanha, que lidera o atual ranking da FIFA, perderia um terço de seu elenco. Dos 22 jogadores chamados na última convocação, oito são de origem catalã. Entre eles, estão os craques Xavi Hernandéz, Cesc Fábregas, Gerard Piqué, Joan Capdevila e Carles Puyol.
3. Quanto à Seleção da Catalunha, ela finalmente seria regulamentada pela FIFA. O time já existe desde 1904, e é hoje treinado pelo ex-craque holandês  Johan Cruyff, que foi ídolo com a camisa do Barça. Mas, por não ser reconhecida pela FIFA, a seleção “pirata” só pode jogar partidas internacionais amistosas.  Os 8 craques catalães da seleção espanhola costumam marcar presença também no time da Catalunha nos poucos jogos marcados. E, como a seleção não é oficial, de vez em quando atletas estrangeiros são convidados para integrar a equipe. O brasileiro Evaristo de Macedo, que jogou pelo Real Madrid e pelo Barcelona, foi um deles. A seleção da Catalunha e a brasileira já se enfrentaram duas vezes em amistosos. O primeiro foi um empate por 2 x 2 em 1934. Em 2004, os brasileiros derrotaram os catalães por 5 x 2.

Un bebé salva la vida gracias a una prótesis creada con una impresora 3D


Un bebé de dos meses ha salvado su vida al serle implantada en un hospital de Michigan (EE UU) una prótesis en forma de tablilla en la tráquea, reproducida en una impresora 3D, según ha publicado hoy jueves The New England Journal of Medicine.
El recién nacido sufría constantes ataques de corazón debido a sufrir traqueobroncomalacia, que impide que el oxígeno llegue a los pulmones por un problema de la tráquea, según el diagnóstico de los doctores que han publicado el estudio. A la vista de la situación, los médicos decidieron imprimir una especie de tablilla, que reproducía el tubo traqueal basado en una imagen tomográfica de la vía respiratoria del niño.
La reproducción en 3D se hizo con un material llamado policaprolactona, bioabsorbible por el cuerpo humano en tres años, por lo que nunca se necesitará otra intervención quirúrgica para ser retirada la pieza. La pieza fue reproducida en la impresoras en menos de un día.
Según los médicos, para cuando la pieza se elimine naturalmente, los pulmones del niño y sus vías respiratorias ya se habrán desarrollado lo suficiente como para mantenerse abiertos por sí mismos. Tras insertar el tubito, los doctores mantuvieron al bebé con respiración asistida durante 21 días, tras los cuales abandonó el hospital. Un año después del implante, no se ha presentado ningún problema de rechazo ni de respiración.
Este caso demuestra, concluyen los doctores en el estudio, que la combinación de imágenes de alta resolución, más el diseño por computadora y los biomateriales para la impresión en 3D pueden facilitar la creación de implantes anatómicos precisos. El estudio ha sido firmado por Scott Hollister y Richard Ohye de la universidad de Michigan, y Marc Nelson, del hospital infantil Akron.

La inflación se dispara en Brasil


La Presidenta Dilma Rousseff no excluye que el Banco Central pueda aumentar los intereses en los próximos días.


La presidenta Rousseff dando un discurso el pasado miércoles. / FERNANDO BIZERRA (EFE)













Lo último que hubiese deseado la presidenta Dilma Rousseff, que está ya en campaña electoral para las presidenciales del año que viene, es que se le descontrolase la inflación que, por primera vez en los últimos años, ha superado la meta oficial del gobierno con un 6,59%.
La meta media sostenida estos años por el gobierno era de un 4,5%.
Y lo último que hubiese deseado también la mandataria brasileña era que el Banco Central, que en este país posee independencia del gobierno, pueda aumentar los días próximos los intereses que justamente Dilma había conseguido bajar hasta un 7,25%, la más baja de los últimos tiempos. Era una de sus grandes conquistas, ya que ni su antecesor, Lula da Silva lo había conseguido.
Según informa hoy el diario Folha de São Paulo, Dilma estaría ya resignada a un aumento de los intereses por parte del Banco Central los próximos días.
Llevada sin embargo por su responsabilidad, Dilma ha hecho saber, a través del ministro de Economía, Guido Mantega, que “el gobierno no ahorrará medidas para contener la inflación e impedir que se propague”.
Días atrás, la Presidenta había convocado al palacio del Planalto a un grupo de sabios en economía para discutir con ellos el crecimiento de la inflación justo en el momento en que el alza del PIB del año pasado, de un 0,9%, había sido una de los más bajas de América Latina y la menor de los BRICS.
Es conocida la postura de Dilma de impedir a cualquier costo una parada en la producción. Por otra parte sabe que el tema de la inflación en este país, por cultura, es proverbial. Cuando se dispara no hay quién la pare, dicen los expertos, y lo sabe muy bien el hombre de la calle.
En este momento, por ejemplo, los tomates, cuyo precio ha aumentado un 103%, cuestan más que los llegados de China.
La inflación, como indican todos los economistas, castiga en Brasil sobretodo a los más pobres y corre el peligro de devolver a la pobreza a los millones que de ella habían salido para instaurarse en la clase media baja, que ya comprueba en los supermercados lo que nunca había podido hacer en su vida. Algo que con la inflación mayor que el aumento de los salarios, puede frustrárseles de nuevo.
Cuando Fernando Henrique Cardoso llegó a la Presidencia de la República en este país la inflación era de tres ceros. El Plan Real, que Cardoso había diseñado como ministro de Hacienda, llevó al cambio de moneda (el quinto en diez años) y la hicieron poco a poco colocarse en cifras aceptables. Desde entonces la inflación no había vuelto a ser un problema y ello hizo que el país no sólo creciera sino que los trabajadores pudieran mejorar visiblemente.
Es el recuerdo de aquellas fechas, lo que hoy hace temblar al gobierno y a los ciudadanos cada vez que la inflación parece tomar la carrera. Dilma lo sabe y está dispuesta a frenarla como sea.

Breve historia de la represión de la lengua Catalana



“Nunca fue la nuestra lengua de imposición, sino de encuentro; a nadie se le obligó nunca a hablar en castellano: fueron los pueblos más diversos quienes hicieron suyos por voluntad libérrima, el idioma de Cervantes.
Este fragmento del discurso del anciano rey Juan Carlos I en motivo del libramiento del premio Cervantes (2001) es representativo de la historia de España en los últimos años. Sus asesores, o tenían un desconocimiento de la historia espectacular o sus grados de manipulación y cinismo también se pueden calificar de extraordinarios. Seguramente, las dos cosas.
La historia, pero, está bien documentada. Un pequeño resumen, nada exhaustivo:
Siguiendo las recomendaciones del memorial Conde-Duque de Olivares (1625), el año 1712 Felipe V dio instrucciones secretas a sus representantes (corregidores)  en Cataluña subrayando que“pondrá el mayor cuidado en introducir la lengua castellana, a cuyo fin dará las providencias más templadas y disimuladas para que se consiga el efecto, sin que se note el cuidado”.Lo rectificó en 1714 que se procure ir introduciendo la lengua castellana en aquellos pueblos que no la hablan” (se tiene que entender “pueblos” como equivalente a nacionalidades, no a pueblos o ciudades).
Por lo tanto, des de la anexión del principado, Castilla promovió el analfabetismo en catalán, para conseguir eso que nunca no había estado: un territorio sometido a la soberanía de la Corona de una lengua. De facto, el bilingüismo era el primer paso de un proceso de substitución de una lengua. Esa voluntad, que arranca, de manera explícita, de los siglos XVIII, pasa por los siglos XIX y XX y llega hasta nuestros días.
Para más claread expositiva, lo iremos explicando sintéticamente por ámbitos cuyos aplicaron una legislación de hierro, sin precedentes, para poder erradicar una lengua. Como dice Jesús Tusón, lingüista de elevada reputación, “ un estado, una lengua, es, pues, una de las afirmaciones más destructivas de la diversidad humana, una aberración que ataca a la pluralidad, natural y histórica de nuestra especie”.
Ámbito educativo
Siglo XVIII
1715 Consulta del consejo de castilla: En la aula no puede haber ningún libro en catalán, tampoco no se hablará y escribirá en esa lengua y donde la doctrina cristiana se enseñará y será aprendida en castellano.
1780 Real provisión promulgada por el conde de Floridablanca: Obliga a todas las escuelas a enseñar la gramática de la Real Academia Española .

Siglo XIX
1821 El plan Quintana: Obliga a utilizar el castellano al sistema escolar.
1837 Un edicto real: imponía castigos corporales y difamatorios a los infantes que todavía hablaran en catalán a la escuela.
1837 La instrucción del Gobierno Superior político de Baleares: Manda castigar a los escolares que hablan catalán mediante la declaración de los alumnos.
1857 Ley Moyano: Rectifica la prohibición del catalán en la enseñanza pública. Se considera que es la ley que más contribuyó a que los niños catalanes fuesen analfabetos en su propia lengua, fue a partir de la segunda mitad del siglo XIX cuando se comenzó a generalizar el enseñamiento primario en España.

Siglo XX 
1923 Circular que obliga la enseñanza del castellano ( Dictadura primo de Rivera), pero no es la única… como veremos a continuación.
1924 El general Losada implanta la enseñanza del castellano  en las escuelas de las Mancomunidades. Real orden que sanciona a los maestros que enseñen en catalán. Justamente en aquel año, el 1924, el mismo Antoni Gaudí lo detuvieron y lo golpearon por hablar en catalán delante los miembros de los cuerpos de “seguridad” del Estado.
1926 Real decreto cuyo se sanciona a los maestros que utilicen el catalán por el traslado.
1938 Ley del 9 de Abril que absuelve el Estatut de Cataluña y prohíbe el catalán.
1939 Prohibición por hablar o escribir en catalán a todas las escuelas públicas o privadas.
Precedentes
De hecho, la persecución al catalán tiene unos antecedentes similares que se remontan  en el siglo XVI, cuando la población de Andalucía fue objeto de una fuerte represión política, cultural y lingüística. Se estableció una sorprendente legislación de persecución contra esa pobra gente: les privaron de llevar trajes andaluces, de habla árabe. La expresión que se aplicaba a los catalanes, “hable usted en cristiano, proviene de esa época. Si usted tenía lugar para casarse en una familia morisca hacía falta que todas las puertas y ventanas de las casas estuviesen abiertas para que los transeúntes pudieran oír si dentro se cantaba canciones moriscas o si se bailaba con semejante música. Dispersaron toda esa gente en el interior de Castilla, separando a los padres de los hijos… Daban los niños a familias católicas para que los pudiera dar una educación cristiana. La denuncia del régimen de semi-esclavitud cuyo estaban sometidos los menores de edad, fue objeto de denuncia en la obra de teatro El Lazarillo de Tormes, de autoría discutida...
Ámbito Judicial 
1716 Decreto de Nova Planta (Nueva planta): “Las causas en la Real Audiencia se substanciaran  en lengua castellana”.
1768“Real Cédula de Aranjuez”: Carles III de Borbón. Ratifica la imposición del castellano en toda la administración de Justicia y en todas las escuelas públicas así mismo en la jurisdicción eclesiástica en Cataluña.
1838 Los epitafios de los cementerios en catalán quedan prescritos.
1862 Ley del Notariado: Prohíbe el uso del catalán en las escrituras notariales.
1870 Ley del Registro civil: Prohíbe el uso del catalán en el Registro civil.
1881 Ley de enjuiciamiento civil:  Prohíbe el uso del catalán en los juzgados.
Ámbito religioso
1755 Decreto de visita Provincial de los Escolapios: se les comunica a todos los religiosos la orden de hablar solo en castellano y latín, hablarlo entre ellos y en el resto de la población. E impone la pena de vivir en régimen a pan y agua si eso no se lleva a cabo.
Ámbito del Entretenimiento
1902 Real Cédula: Prohíbe “ representar, cantar y bailar piezas que no fueses en idioma castellano”.
1801 “Instrucciones” de Manuel de Godoy sobre los teatros: se prohíbe cualquier idioma que no sea el castellano”.
Isabel II, por el real orden de 1837, se confirmó la prohibición del catalán en las salas de espectáculo i en las representaciones teatrales, y no se admitió a censura esas obras escritas en esa lengua.
Esa prohibición respondía a la gran cantidad de obras escritas en catalán que se presentaban al censor.
Ámbito Comercial de Comunicaciones
1772 Real Cédula: obligaron a llevar los libros de contabilidad en castellano bajo el epígrafe siguiente:  Real Cédula de S.M. por la qual manda que todos los mercaderes y comerciantes de por mayor y menor de estos mis reinos y señorios, sean naturales o extrangeros, lleven y tengan sus libros en idioma castellano según la ley de nueva compilación.”

1886 Dirección general de correos y telégrafos: Se prohíbe hablar en catalán por teléfono.

Negacionismo

Sin embargo, se tiene que recordar que en las cortes de Cádiz se presentó una preposición por hacer oficial el uso del catalán. La propuesta fue rechazada por 120 votos en contra y 13 a favor. El conde de Romanones, respondiendo a ese despropósito, afirmó, con rotundidad que la cooficialidad del catalán era “inaceptable”. Pero la pregunta es; la constitución de Cádiz, ¿ no se basaba en la igualdad delante la ley de todos los ciudadanos españoles ?

Además de la imposición del castellano por todas las vías posibles, el siguiente paso era negar el hecho que el catalán hubiera sido nunca lengua oficial ni siquiera en Cataluña. Así mismo, Menéndez Pidal publicó al diario El Imparcial de Madrid el artículo “ Cataluña bilingüe”, cuyo afirmaba que las Cortes catalanas nunca tuvieron el catalán como lengua oficial. Incluso, una vez alcanzado el bilingüismo de los catalanoparlantes, empezó a negarse que la sociedad catalana hubiese sido nunca monolingüe. El informe de Jesús Patiño, de ninguna de la “Junta Superior de Justicia y del Gobierno” el 1714, la máxima autoridad del Estado ocupante, explicaba claramente cuál era la situación real. Este documento confirmaba la “peculiar” situación de monolingüismo de los catalanes con la llegada de las tropas de Felipe V el 1714: “ son tan apasionados de su patria, con tal exceso que les hace trastornar el uso de la razón, y solamente hablan en lengua nativa.”

Franquismo

La represión lingüística de los catalanoparlantes ya se convirtió en una “ razón de Estado “ cuando al 1939 se inició uno de los períodos más represivos de la lengua catalana: el franquismo. En ese año, el victorioso general Franco manifestaba: “ la unidad nacional la queremos absoluta, con una sola lengua, el castellano, y con una sola personalidad, la española .”

1939: Muy brevemente. Prohibición por hablar o escribir el catalán
·        En la radio
·        En los libros
·        Al teatro, incluso “ Els Pastorets ” ( obra de teatro en Cataluña )
·        En todos los impresos, incluso participaciones de casamiento y estampas de la primera comunión.
·        En los carteles y anuncios
·        Al cinema, hasta el 1964
·        En las fabricas
·        A todas las escuelas públicas y privadas
·        En las lapidas de los cementerios e esquelas mortuorias.
·        En la nomenclatura de los hoteles, restaurantes, bares, nombres comerciales, marcas y embarcaciones.
·        Conferencias y actos culturales
·        Correspondencia privada, hasta en Enero de 1940
·        En las inscripciones del registro civil
·        Para los funcionarios, entre ellos y con el público
·        A los nombres de las calles
A todo eso se le puede añadir una cantidad inmensa de bandos municipales, órdenes militares y civiles. A modo de ejemplo tenemos la carta del ministro español de gobernación, Ramón Serrano Suñer, a todos los obispos catalanes. “ Nueva normativa de usos lingüísticos  en la comunicación de la Iglesia con los feligreses, hasta tanto que el idioma español sea entendido por todos ( lo que se logrará con una tenaz labor escolar)”. Otra perla, nos la ofrece el reglamento de prisiones de 1956, que especifica claramente que los presos solo pueden hablar en castellano.

La transición

Aunque cueste creer, después de la muerte de Franco, durante la transición, por el bien que el Estado de las Autonomías ha inducido mucha gente, tanto en Cataluña como en España, a creer que la represión a los catalanes y a su lengua había desaparecido, que era una cosa del pasado totalmente superada, también durante este periodo se publicaron leyes para relegar el catalán en segundo plano.

1976 a 2008 Se publican al menos 149 Reales decretos y otras normativas para garantir la obligatoriedad del etiquetaje de productos alimenticios y de otros en castellano frente a la única ley que hay, por ejemplo, en Cataluña.

186 Ley de patentes: obliga el castellano en la documentación presentada.
1989 Real decreto que aprueba el reglamento del Registro Mercantil: obliga que las inscripciones se hagan exclusivamente en castellano.
1995 ley 30/1995 de ordenación y supervisión de los seguros privados: obliga que las pólizas estén escritas en castellano.

Siglo XXI

Pese a que la persecución histórica que ha sufrido el catalán, que hemos explicado de manera muy sucinta, el catalán es hoy en día, una de las lenguas con más usuarios en la Unión Europea, con un nivel similar al sueco, al portugués, al griego entre otros. Sin embargo, el estado español bloquea el reconocimiento de la oficialidad del catalán en Europa, como afirma Martin Schulz, presidente del Parlamento Europeo. La negación continúa siendo una cuestión de Estado:

2010 Sentencia del Tribunal Constitucional respeto al Estatut de Cataluña: el catalán no es la lengua preferente de la administración en Cataluña, ni tampoco la lengua vehicular del sistema educativo.

2011 Inicio en las Islas Baleares de una persecución del catalán, sin precedentes, por lo tanto del gobierno Autonómico.  Eso llevó a una huelga de hambre, protagonizada por unos jubilados en Mallorca, en señal de protesta. Al país Valenciano, también el gobierno autonómico persigue de una manera implacable el uso normal de la lengua del país, desatendiendo la demanda de escolarización en catalán de más de 1.000.000 familias.  

2012 El Tribunal Superior de Justicia de Cataluña impone la posibilidad de escolarizar los niños en castellano si lo piden los padres, ateniendo a la demanda de seis familias.

2012 El Tribunal Superior de justicia de Cataluña rechazó el catalán su carácter de lengua preferente en el ayuntamiento de Barcelona.

2012 El Gobierno de Aragón rebautiza la lengua hablada en la Franja de Ponente como “Lengua aragonesa de la área oriental “. Es como si en alemán que se habla en Austria, se le dijera austriaco…

2012 El Tribunal Superior de Justicia de Catalunya rechaza que el catalán sea la lengua vehicular del sistema educativo de Cataluña.

2012 El ministro de Educación Español presenta un borrador de ley donde el catalán pasa a ser lengua optativa y no hace falta examinarse para obtener el título de educación obligatoria. Parece que la segunda parte ha sido revisada…

Conclusión: El marco jurídico que protegía el catalán, después de siglos de persecución implacable, no está garantido. Ni mucho menos.
Muchos sud-americanos que viven en nuestra casa quedan parados de la vialidad del catalán, comparándolo con la desaparición de muchas lenguas, originarias de su territorio, bajo el dominio colonial. ¡ Y no saben nada de cómo han ido las cosas aquí !

Si bien es cierto que las lenguas son siempre inocentes y son los hombres que las utiliza como a instrumentos de poder y sumisión, también es verdad, como dice J.Tusón, que “la muerte de una lengua no es nunca inocente, nunca es querida por los hablantes.”  El caso del catalán no es una excepción histórica: la escritora de Estonia Sofi Oksanen, en su celebrada novela “PURGA” – premio europeo a la mejor novela del 2010 – relata, con extraordinaria crudeza y realismo, la ocupación soviética de su país. A raíz de una entrevista sobre su obra, la novelista explico lo siguiente: durante la época soviética, cuando alguien iba a comprar y se dirigía en estonio, la respuesta solía ser “ hable una lengua humana, por favor”… Está claro que esa alucinante situación duró , solo cincuenta años. 
Volviendo a J.Tusón, en “Patrimonio natural”, “ Y si piden respeto para cada ser humano, parece de estricta justicia que también exigimos la pervivencia digna y fuerte de cada uno de las lenguas que son nuestro caldo de cultivo”.

Eugènia de Pagès
Catedrática de Historia.  

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